Estas diante de um Totem ancestral, que transcende a dualidade entre natureza e tecnologia, matéria e espírito. A figura, adornada por formas orgânicas que se entrelaçam como raízes , representa a fusão entre o sagrado e o terreno, entre a sabedoria antiga e o poder místico do desconhecido.
Possui múltiplos rostos, cada um refletindo uma faceta da consciência coletiva, sugerindo que a identidade não é fixa, mas sim um fluxo de perspectivas interconectadas. Em suas mãos erguem chamas azuis etéreas, simbolizando o domínio sobre forças invisíveis, o conhecimento oculto ou a energia vital que anima todas as coisas. O olhar penetrante e a presença imponente do totem evocam um guardião do limiar entre realidades, um mediador entre o humano e o cósmico.
Essa imagem é um convite à reflexão sobre a natureza do divino e da evolução. Seria essa figura uma representação do futuro, onde a humanidade se funde com a terra e o espírito, ou seria um retrato do passado, onde os deuses caminhavam entre os mortais?
Na complexidade de suas formas e na simetria de seus padrões, há um eco da harmonia universal — um lembrete de que tudo está interligado, e que o destino da existência é o retorno ao todo.